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Garotinho
Na reportagem Levado da breca (ISTOÉ 1575), gostei
da resposta que o governador Garotinho deu à pergunta de
onde ele iria tirar tanto dinheiro para gastar em segurança?
A resposta foi: É só não roubar!
É exatamente isso. A pessoa que teve a experiência
da conversão a Jesus teme a Deus. Não por medo, mas
porque é nova criatura
Irineu M. Pereira
Londrina - PR
Certamente não queremos para presidente da República
alguém que perdoa multas de trânsito por excesso de
velocidade de perueiros ilegais e assassinos travestidos de motoristas
de ônibus. A quem interessa esse tipo de decisão? Pra
ganhar votos?
Nery Silva
São Paulo - SP
Depois da má experiência com o garotão Collor,
será que o Brasil vai eleger o Garotinho? Pelo menos o governador
do Rio de Janeiro não é ateu. O Brasil precisa conhecer
melhor esse evangélico. Acreditar ou não nessa jovem
liderança, eis a questão.
Heron Rodrigues
São Luís - MA
Se o PT vai conseguir pôr como candidato uma pessoa inteligente
nas eleições em 2002, sem dúvida o governador
Anthony Garotinho vai ser eleito presidente do Brasil, pois não
tem ninguém à altura dele, principalmente em simpatia,
fato determinante nas eleições no Brasil.
Mateus Schwarz
São Paulo - SP
Marilda Lipp
Excelente a entrevista da psicóloga Marilda Lipp.
Realmente somos todos diferentes, somos indivíduos, portanto
cada qual com o seu perfil. Mesmo os gêmeos univitelinos são
diferentes. Fábrica de tensão (ISTOÉ
1575).
Felipe Rebelo de Lima.
Maceió - AL
Barbárie
Parabéns pela reportagem Truculência
e barbárie (ISTOÉ 1575). Sou servidor público
federal e filho de funcionário da Novacap, e revolto-me em
saber que uma massa de trabalhadores que votaram no senhor Roriz
para governador do DF, com a promessa de aumento de salário,
teve de correr da polícia como bandidos, a mando do próprio
Roriz, apenas por cobrar uma promessa.
Ricardo Santos
Brasília - DF
O governo do Distrito Federal está se especializando em praticar
truculência e barbárie. Recentemente anunciou o fim
do excelente programa bolsa-escola, criado pelo governo imediatamente
antecessor e agora vimos cenas explícitas de massacre e derramamento
de sangue.
Aguinaldo Tejo Filho
João Pessoa - PB
É inadmissível que um país como o Brasil, que
prega a liberdade de expressão, ainda tenha que nos envergonhar
diante de repressão policial como a que tirou a vida do trabalhador
José Ferreira da Silva.
Luís Freitas
Ananindeua - PA
Isso não pode continuar. Não basta um grandalhão
ser demitido. A nossa polícia tem de ser reciclada urgentemente.
Precisamos de verdadeiros policiais.
Carlos Jacinto da Silva
Maceió - AL
O show de covardia e incompetência da PM do Distrito Federal,
matando e ferindo gravemente trabalhadores, não surpreende.
Há muito tempo a violência tem vindo de cima.
José Márcio C. Costa
Rio de Janeiro - RJ
Polícia
O covarde assassinato da estudante Michele, de Niterói,
foi a gota dágua. O Brasil precisa urgentemente da pena de
morte. Ela não acaba com esses crimes, mas castiga seus autores.
Basta de impunidade, nessa terra de Justiça amena. Psicologia
do crime (ISTOÉ 1575).
Mário Annuza
Rio de Janeiro - RJ
Fiquei impressionada com a fria reação da criminosa
Alessandra, porque, mesmo não sendo a autora do crime, estava
presente e confessou isso. Essa reportagem mostra como anda a criminalidade
no Brasil.
Aline de Moraes
Cuiabá - MT
Nazistas
Estou profundamente indignada com o grupo de jovens neonazistas.
Sinto decepcioná-los, mas não são 100% brancos
pois nasceram no Brasil, país mestiço por natureza
e carregam, em seu sangue, por exemplo, o sangue negro que abominam.
Para eles, São Paulo carrega o Brasil nas costas? Saibam
que a grandeza de São Paulo foi construída justamente
com a força e o valor dos nordestinos que tais grupos desprezam.
À sombra da suástica (ISTOÉ 1575).
Luzia da Silva
Fortaleza - CE
Acredito que esses jovens que se consideram brancos e brasileiros
deveriam tentar se aliar aos neonazistas alemães e ver o
que acontece. Que a diferença se insinue e se consagre
no lugar da intolerância.
Cinthya S. G. Santos
Sidney - Austrália
Antes de fazerem alusões aos absurdos nazistas, deveriam
se informar e saber o valor cultural que o Nordeste tem para este
país.
Flaubert Paiva
Camoina Grande - PB
Gostaria que o jovem que aparece com a camisa 100% branco
desse uma estudada em sua árvore genealógica. Com
certeza ele irá ter como parentes: negros, índios,
portugueses, enfim todo o tipo de raça, que é a coisa
mais normal quando se trata de Brasil.
Fernando Antonio de Azevedo
Maceió - AL
Mansur
Queria saber qual o problema que afeta tanto o mercado
financeiro, já que as denúncia-s- feitas por Ricardo
Mansur são, na minha opinião, verdadeiras. Infelizmente,
vivemos em um país onde a corrupção é
endêmica. Somos conhecedores de fatos imorais de ajuda a bancos
falidos e que foi institucionalizado pelo governo, somos conhecedores
também de privatizações estúpidas, em
que o povo as financiam através do BNDES para gerar lucro
a uma casta que vem mandando no País há 500 anos.
De uma coisa Ricardo Mansur está certo. Se os brasileiros
sempre aceitarem que os grandes sejam intocáveis, nosso país
nunca chegará a lugar nenhum. Vingança
virtual (ISTOÉ 1575).
Yuri Guimarães
Campina Grande - PB
Bahia
Diferente do que foi publicado na coluna Fax Brasília, onde
a revista mostra uma placa em homenagem ao sr. Ângelo Calmom
de Sá, a Bahia não é e nunca será de
ACM, embora o senador tente fazer com que o Brasil inteiro pense
assim.
Kátia M. Miranda de Oliveira
Salvador - BA
Imunidade
Ao ler a coluna Fax Brasília não pude conter
a indignação com a notícia de que o deputado
Olavo Calheiros deve pedir licença do seu mandato, propiciando
a posse de Divaldo Suruagy, com o objetivo de protegê-lo com
o manto da im(p)unidade parlamentar. Até quando o povo brasileiro
irá tolerar essa imoralidade? Imunidade e boa vontade
(ISTOÉ 1575).
Leopoldo Cavallari Filho
Curitiba - PR
Judiciário
Dois esclarecimentos se fazem necessários. Sobre a matéria
Sinal verde (ISTOÉ 1574), nada há de suspeito
em uma operação de empréstimo bancário
garantido por outra instituição financeira. Se a revista
tem elementos de prova de que o dinheiro nunca teria saído
do Grupo OK, recomendo que os encaminhe à Justiça
para as providências cabíveis. Sobre carta publicada
na mesma edição, quero ressalvar que não poderia
justificar à revista uma ameaça que só ocorreu
na delirante imaginação da citada repórter.
Luiz Estevão
Senador
Brasília - DF
ISTOÉ responde: As suspeitas sobre a operação
envolvendo três empresas do Grupo OK, a Construtora Ikal e
o Banco Barclays não são de ISTOÉ e sim da
CPI do Judiciário e do Banco Central, que investigam uma
típica operação de empréstimo
entre empresas do mesmo grupo, o que é crime previsto na
Lei do Colarinho Branco. Sobre a jornalista Maria Lima, de O Globo,
o senador segue não explicando por que a ameaçou.
Greca
A propósito da matéria Greca cai na rede
(ISTOÉ 1574), tenho a esclarecer: repudio, mais uma vez,
as ilações totalmente falsas, publicadas pela revista,
sobre um suposto caixa de campanha. Reitero que, se falaram em meu
nome, foi sem qualquer conhecimento ou ordem minha e, baseado nisso,
interpelarei judicialmente todos os que me difamam. Repito que sou
o agente da moralização do setor de bingos no País.
Já esclareci ao Senado Federal e à opinião
pública as ações saneadoras que, por minha
determinação, estão sendo adotadas desde o
início do ano no setor do Instituto Nacional do Desenvolvimento
do Desporto (Indesp), autarquia vinculada ao Ministério do
Esporte e Turismo. São de minha iniciativa as três
investigações existentes para apurar denúncias
de irregularidade: sindicância no Indesp, auditoria da Secretaria
de Controle Interno, do Ministério da Fazenda, e inquérito
na Polícia Federal do Ministério da Justiça.
Com o firme propósito de servir ao Brasil com energia limpa.
Rafael Greca de Macedo
Ministro do Estado do Esporte e Turismo
Brasília - DF
Obesidade
É totalmente inadequada a comparação contida
na reportagem A nova onda do mar (ISTOÉ 1574),
entre o nosso medicamento Xenical e os chamados suplementos alimentares
à base de quitosana. Xenical é o único medicamento
registrado no Ministério da Saúde. É um medicamento
aprovado no Brasil pelo Ministério da Saúde para ser
usado com orientação médica. Utilizado corretamente,
Xenical não tem efeitos colaterais significativos. No caso
de quitosana, como o próprio texto admite, faltam estudos
conclusivos e definitivos que comprovem os efeitos prometidos pelos
seus fabricantes. Quando se fala em mecanismo de ação,
incorre-se em terminologia incorreta, já que se atribuem
a esses produtos efeitos terapêuticos próprios de medicamentos
- e eles são, simplesmente, suplementos alimentares. O quadro
Sutil diferença, na mesma edição,
torna mais inaceitável a comparação proposta:
descreve a ação de Xenical (comprovada cientificamente)
e, ao lado, apresenta duas hipóteses para a suposta
absorção de gordura por quitosana. Xenical é
um produto patenteado junto ao Inpi, Instituto Nacional de Propriedade
Industrial, o que significa que não podem existir produtos
com mecanismo de ação similar no mercado. Apesar de
todas as ressalvas, a reportagem pode induzir o leitor a imaginar
equivocadamente que quitosana substitui o tratamento com Xenical.
No limite, se não obtiverem resultados, alguns pacientes
podem ser levados a descartar o uso de Xenical, com prejuízos
à saúde.
Frank Guggenheim
Diretor
Prods. Roche Quím. E Farm. S/A
São Paulo - SP
Mistério
A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Estado de Mato Grosso
do Sul, através de seu presidente, Carlos Alberto de Jesus
Marques, torna pública sua preocupação quanto
à divulgação, pela imprensa, dos fatos envolvendo
a morte da prefeita de Mundo Novo, Dorcelina Folador, e a suposta
existência de tráfico de crianças na cidade,
relacionando, ainda que através de meras insinuações,
o delito com a pessoa do advogado Jair de Alencar, que apenas atuou
legitimamente em processos de adoção de crianças
para casais estrangeiros, ações estas que tiveram
tramitação regular e na forma da lei. Por outro lado,
o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, através
de sua Corregedoria Geral de Justiça, já analisou
a matéria, porque as denúncias também envolviam
o magistrado que dirigiu os processos, e chegou à conclusão
de que ilicitude alguma foi cometida pelas partes envolvidas nos
processos de adoção. A presente manifestação
visa prevenir responsabilidades e preservar a imagem do advogado,
que não pode ter o seu nome vinculado a um crime de homicídio
pelo simples fato de ter atuado em processos judiciais. O
inimigo mora ao lado (ISTOÉ 1571).
Carlos Alberto de Jesus Marques
Presidente da OAB/MS
Campo Grande - MS
Errata
Na reportagem Mezza portuguesa mezza
italiana (ISTOÉ 1575) o nome de um dos personagens
saiu trocado. O correto é Marina Junqueira de Freitas e não
Mariana, conforme saiu publicado. Ao contrário dos valores
publicados na reportagem A nova onda do mar (ISTOÉ
1574), o preço correto do produto Quitosana Phytomare é:
frasco de 60 cápsulas R$ 38 e de 120 cápsulas R$ 59.
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